Grande Prêmio do México – 1992

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A McLaren de 1991 enfim seria aposentada e faria a sua despedida no México. Em relação às Williams, era dois segundos mais lenta por volta.

Para piorar o prognóstico para a corrida, o circuito tinha a maior reta da Fórmula 1 e muitas curvas rápidas. Não havia piloto que pudesse superar tal diferença no braço.

O que fazer?

“Bem, vamos assistir ao vídeo do ano passado, quando a Williams já era mais rápida que nós e fomos o terceiro”

Como num replay, Mansell venceu e Riccardo Patrese foi o segundo, destacados dos demais pilotos. No lugar de Ayrton Senna, foi Michael Schumacher (Benetton) quem subiu ao pódio na terceira colocação.

O brasileiro, que há anos não largava em sexto no grid, parou ainda na 11ª volta com a transmissão quebrada.

Foi uma despedida triste da McLaren MP4-6.

Resumo da Corrida

  • 1 N. Mansell
  • 2 R. Patrese
  • 3 M. Schumacher
  • 4 M. Brundle
  • 5 G. Berger
  • 6 Ayrton Senna
  • 7 J. Lehto
  • 8 M. Gugelmin
  • 9 P. Martini
  • 10 J. Alesi
  • 11 A. de Cesaris
  • 12 J. Herbert
  • 13 B. Gachot
  • 14 G. Tarquini
  • 15 S. Modena
  • 16 O. Grouillard
  • 17 C. Fittipaldi
  • 18 M. Hakkinen
  • 19 K. Wendlinger
  • 20 I. Capelli
  • 21 G. Morbidelli
  • 22 T. Boutsen
  • 23 A. Chiesa
  • 24 U. Katayama
  • 25 M. Alboreto
  • 26 E. Comas
Voltas 69
Tempo Nublado
Volta mais rápida G. Berger - 1´17´´711
Podium 1º N. Mansell 2º R. Patrese 3º M. Schumacher
Carros 26
Abandonos 13

Senna na corrida

Posição de largada 6
Posição final Abandonou (11º volta)
Melhor volta 1’20’’721
Pontos somados para o Campeonato -
Posição no Campeonato após a prova 5
O que disse após a prova
-