Grande Prêmio da Hungria – 1993

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Ayrton Senna estava animado para correr na Hungria. Podia ter um dia de sorte, afinal tinha vencido duas vezes e subido oito vezes ao pódio naquele circuito. Além disso, o traçado difícil, tipo urbano, casava muito bem com o seu estilo de pilotagem. Largou na quarta colocação.

Para melhorar, Alain Prost, pole position, estava com azar desde a volta de apresentação, quando deixou o motor morrer.

Ayrton Senna chegou a assumir a segunda posição, porém, na 18a volta, o motor começou a falhar. A equipe, via rádio, informou que tudo se normalizaria se abrisse a borboleta do acelerador. Não deu certo. Depois veio outra dica: desligar e ligar a ignição. Foi aí que o motor apagou de vez.

Definitivamente, o dia era de Damon Hill, que liderou de ponta a ponta, comemorou a primeira vitória e se tornou o primeiro filho de um ex-piloto (Graham Hill) a vencer um Grande Prêmio de Fórmula 1.

Resumo da Corrida

  • 1 A. Prost
  • 2 D. Hill
  • 3 M. Schumacher
  • 4 Ayrton Senna
  • 5 R. Patrese
  • 6 G. Berger
  • 7 P. Martini
  • 8 J. Alesi
  • 9 D. Warwick
  • 10 A. Suzuki
  • 11 M. Andretti
  • 12 M. Blundell
  • 13 M. Brundle
  • 14 C. Fittipaldi
  • 15 J. Lehto
  • 16 R. Barrichello
  • 17 K. Wendlinger
  • 18 E. Comas
  • 19 P. Alliot
  • 20 J. Herbert
  • 21 A. Zanardi
  • 22 A. de Cesaris
  • 23 U. Katayama
  • 24 T. Boutsen
  • 25 M. Alboreto
  • 26 L. Badoer
Voltas 77
Tempo Ensolarado
Volta mais rápida A. Prost - 1´19´´633
Podium 1º D. Hill 2º R. Patrese 3º G. Berger
Carros 26
Abandonos 14

Senna na corrida

Posição de largada 4
Posição final Abandonou (17º volta)
Melhor volta 1’22’’838
Pontos somados para o Campeonato -
Posição no Campeonato após a prova 2
O que disse após a prova
“Hoje não houve uma vez que a fiz sem me perguntar se sairia inteiro no outro lado” (sobre a curva Eau Rouge)